
Em menos de uma hora, choveu metade do que era esperado para todo mês de março. Em Porto Alegre, chuva e ventos de mais de 100 km/h causam destruição
No Sul do Brasil, Porto Alegre também teve chuva e ventos de mais de 100 km/h.
Antes de a chuva chegar, uma tromba d’água chamou atenção no Guaíba. O fenômeno formou uma coluna de ar e água, que se estendeu da superfície do lago até as nuvens (veja imagem mais abaixo).
Uma imagem acelerada mostra o temporal avançando sobre Porto Alegre. Em poucos minutos, o céu escureceu. Os ventos atingiram 111 km/h e causaram destruição. Um caminhão tombou enquanto atravessava a ponte do Guaíba.
O vento também destelhou prédios da região central. Uma janela se desprendeu e balançava perigosamente durante a tempestade. Árvores caíram em diversos pontos da cidade, muitas sobre carros. Em uma avenida, os próprios moradores se uniram para liberar o trânsito.
Em menos de uma hora, choveu metade do que era esperado para todo mês de março em Porto Alegre. A Empresa de Transporte e Circulação registrou cerca de 30 bloqueios em ruas e avenidas. Alguns carros ficaram abandonados nos alagamentos.
O aeroporto chegou a suspender pousos e decolagens por 40 minutos durante o temporal. Alguns voos foram desviados para Florianópolis. Segundo a Companhia Estadual de Energia Elétrica, 260 mil pontos estão sem luz.
O trem metropolitano parou com a falta de energia e passageiros se arriscaram sobre os trilhos. O Trensurb disponibilizou ônibus para as pessoas, que precisaram esperar em longas filas para seguirem viagem.
“A gente está há uma hora esperando e não chegou ônibus nenhum”, disse um entrevistado.
Antes de a chuva chegar, uma tromba d’água chamou atenção no Guaíba. O fenômeno formou uma coluna de ar e água, que se estendeu da superfície do lago até as nuvens
Jornal Nacional
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